Nesta quarta-feira, cumprindo o que foi prometido aos leitores, este blog publica o 18º capítulo de "Memória Terminal", série inédita escrita pelo saudoso jornalista José Marqueiz, Prêmio Esso Nacional de Jornalismo. Todos os capítulos restantes serão publicados, sempre às quartas-feiras. Este blog passa por uma reformulação e, em breve, volta com força total. Agradecemos a compreensão de todos. (Edward de Souza).
terça-feira, 17 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
JOVEM HERÓI RESGATA UM CÃO DAS ÁGUAS
"A RAZÃO DOS CÃES TEREM TANTOS AMIGOS, É QUE MOVEM SUAS CAUDAS MAIS QUE SUAS LÍNGUAS."
Se usarmos nosso tempo, dedicação, atenção para proclamar sorrisos, felicidade e amor, tudo fica melhor, tudo se transforma e assim cumprimos o que Deus nos confiou...
A forma de algumas pessoas levarem a vida, com mais leveza, com um sorriso no rosto e felicidade estampada em atitudes, não quer dizer que ela seja irresponsável com aquilo que lhe foi confiado... Dedicação, atenção, responsabilidade, não tem nada a ver com mau humor ou o fato de não prestarmos atenção nas simples formas de amar.
As pessoas precisam AMAR mais e julgar menos... Todo mundo é igual, e estamos todos destinados a um mesmo futuro, a morte. Mas apesar desse destino certo, cabe a cada um a liberdade de escolha, enquanto respira... Como você decide viver a vida é o que faz diferença nos momentos em que passar por provações. Vamos AMAR mais e julgar menos!
Se usarmos nosso tempo, dedicação, atenção para proclamar sorrisos, felicidade e amor, tudo fica melhor, tudo se transforma e assim cumprimos o que Deus nos confiou...
A forma de algumas pessoas levarem a vida, com mais leveza, com um sorriso no rosto e felicidade estampada em atitudes, não quer dizer que ela seja irresponsável com aquilo que lhe foi confiado... Dedicação, atenção, responsabilidade, não tem nada a ver com mau humor ou o fato de não prestarmos atenção nas simples formas de amar.
As pessoas precisam AMAR mais e julgar menos... Todo mundo é igual, e estamos todos destinados a um mesmo futuro, a morte. Mas apesar desse destino certo, cabe a cada um a liberdade de escolha, enquanto respira... Como você decide viver a vida é o que faz diferença nos momentos em que passar por provações. Vamos AMAR mais e julgar menos!
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EDWARD DE SOUZA
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Acompanhem esta dramática sequência fotográfica
Um cãozinho passeia com sua dona, quando repentinamente corre, escorrega
e cai num rio.
A proprietária do cãozinho entra em pânico ao vê-lo se afogar, e se esforça para alcançá-lo.
Em vão.
O cãozinho está ferido, sangra e debate-secontra a correnteza que o arrasta.
Num esforço para não se afogar, luta contra as águas e esboça um mudo pedido de
socorrro.
Entre os curiosos que chegam, está um jovem de 17 anos. O rapaz não pensa duas vezes.
Tira os sapatos e sua calça...
Desce corajosamente e tenta resgataro pobre cãozinho, já no limite de suas forças.
Segura-se nas pilastras da ponte, tenta se aproximar do cão, mas não o alcança.
Assim que o cãozinho se aproxima, carregado pelas águas, o rapaz atira-se e o abraça.
Com muito esforço consegue escalar a ponte, com o assustado cãozinho nos braços...
E o entrega são e salvo para a sua dona.
Esgotado, o jovem recebe um abraço agradecido da dona do cãozinho...
Que chora de alegria ao abraçar seu amigo querido.
Com uma toalha o sapeca se enxuga...E dias depois sorri feliz ao lado da amiga.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010
SEXTA FEIRA, 13
A crença de que o dia 13, quando cai em uma sexta-feira, é dia de azar, é a mais popular superstição entre os viventes do mundo ocidental, especialmente os povos cristãos. Há muitas explicações para isso. A mais emblemática delas, segundo o Guia dos Curiosos, seria o fato de Jesus Cristo ter sido crucificado em uma sexta-feira e, na sua última ceia, haver 13 pessoas à mesa: ele e os 12 apóstolos.
Mais antigas, entretanto, são as versões geradas de duas lendas da mitologia nórdica. Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar provoca desgraça na certa.
Segundo outra lenda, a deusa do amor e da beleza chamava-se Friga (que deu origem à palavra friadagr - sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda transformou Friga em bruxa. Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.
A crença instalada de que o número 13 traz má-sorte parece ter tido sua origem na Sagrada Escritura. Esse testemunho, porém, é tão arbitrariamente entendido que o mesmo algarismo, em vastas regiões do planeta - até em países cristãos - é estimado como símbolo de boa sorte. O argumento dos otimistas se baseia no fato de que o 13 é um número afim ao 4 (1 + 3 = 4), sendo este símbolo de próspera sorte. Assim, na Índia, o 13 é um número religioso muito apreciado; os pagodes hindus apresentam normalmente 13 estátuas de Buda. Na China, não raro os dísticos místicos dos templos são encabeçados pelo número 13. Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo; adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas. Reportando-nos agora à civilização cristã, lembramos que nos Estados Unidos o número 13 goza de estima, pois 13 eram os Estados que inicialmente constituíam a federação norte-americana. Além disso, o lema latino da Federação, "E pluribus unum" (de muitos se faz um só), consta de 13 letras e a águia norte-americana está revestida de 13 penas em cada asa.
Agosto, o oitavo mês do ano é popularmente conhecido como o mês do desgosto, ou do azar. Vocês sabem por quê? Nem eu sabia, mas fui procurar a informação em meus alfarrábios. Descobri que os romanos deram ao oitavo mês do ano o nome de agosto, numa homenagem ao Imperador Augusto, no auge de sua glória, destacando-se a conquista do Egito e sua elevação ao cargo de cônsul. Porque, como e quando agosto começou a ser um mês azarento é que ninguém sabe explicar. Muito menos eu!
Cada país tem um sem-número de crendices. Percebam. Mulheres portuguesas não casavam nunca no mês de agosto, época em que os navios das expedições conquistadoras zarpavam à procura de novas terras. Casar em agosto significava ficar só, sem lua-de-mel e, às vezes, até mesmo viúva. Os colonizadores portugueses trouxeram esta crença para o Brasil. Lembram do célebre poema de Fernando Pessoa, Mar Portuguez? “Ó mar salgado/Quanto do teu sal/São lágrimas de Portugal?/Por te cruzarmos, quantas mães choraram,/ Quantos filhos em vão rezaram!/ Quantas noivas ficaram por casar / Para que fosses nosso, ó mar!...”
Na Alemanha, porém, as mulheres não acreditam no poder mágico da superstição. Enquanto em muitos países maio é o mês das noivas, lá as moças sonham casar no mês de agosto. Na Argentina, vejam só, não é aconselhável lavar a cabeça durante todo o mês de agosto. Quem lava a cabeça em agosto está chamando a morte!
A verdade é que a crença popular de que agosto é o mês de desgosto não é somente um ditado popular que rima; é, igualmente, uma superstição internacional de grande aceitação entre nós, principalmente os grotões do país, destacando-se, de modo muito particular, em todo o Nordeste.
Muitos se dizem incrédulos nos azares típicos do mês de agosto, mas preferem não dar moleza ao azar- não se casam, não se mudam, não viajam e não fazem negócios em agosto. A verdade é que as pessoas - acreditando ou não - preferem não brincar com o mágico, com as coisas do sobrenatural, que não entendem...
Respondam com sinceridade: Quem é que nunca entrou em uma casa nova com o pé direito ou não bateu na madeira para isolar o azar? Algumas superstições já fazem parte do dia-a-dia das pessoas, são instintivas...
É muito comum ouvir que o povo brasileiro é supersticioso. Mas, afinal, o que é ser supersticioso? Uma pessoa supersticiosa possui apego infundado a qualquer coisa que lhe dizem, crê em fatos sem fundamento real, segue conselhos que nascem da crendice popular. É algo que passa de geração a geração – e formata a história oral.
Algumas superstições populares:
Pé direito - Devemos sair de casa e entrar em qualquer lugar, sempre com o pé direito, para evitar o azar.
Borboleta - Ver uma borboleta voar dá sorte para o dia.
Gato - Se tivermos um gato e formos mudar de casa, é bom passar manteiga em suas patinhas, para que ele não volte para a casa antiga.
Gato Preto - Na Idade Média, acreditava-se que os gatos eram bruxas transformadas em animais. Por isso a tradição diz que cruzar com gato preto é azar na certa. Os místicos, no entanto, têm outra versão. Quando um gato preto entra em casa é sinal de dinheiro chegando.
Sal grosso - Deixar um copo de vidro cheio de sal grosso no canto da sala, traz sorte.
Bolsa no chão - Não podemos deixar a bolsa apoiada no chão se não quisermos perder dinheiro.
Escada - Nunca devemos passar por debaixo de uma escada. É mal sinal na certa!
Vassoura - Para dispensar uma visita chata, é só deixar uma vassoura de cabeça para baixo atrás da porta. Crianças que montarem em vassouras serão infelizes. Mais uma: varrer a casa à noite expulsa a tranquilidade!
Arco-íris - Quem passar por debaixo do arco-íris muda de sexo: o homem vira mulher, e a mulher vira homem.
Coceira - Sua mão esquerda está coçando? Então, prepare-se para receber um bom dinheiro extra. Se por acaso a mão que estiver coçando for a direita, tome cuidado: é provável que perca uma grande quantia. Coceira na sola do pé significa viagem ao exterior.
Elefante - Ter um elefante de enfeite, sobre um móvel qualquer, sempre com a tromba erguida mas de costas para a porta de entrada, evita a falta de dinheiro. Outra figura que garante carteira cheia é o Buda. Ele deve ficar em cima da geladeira, sobre um prato cheio de moedas.
Orelha Quente - Se sua orelha esquentar de repente, é porque alguém está falando mal de você. Nesses casos, vá dizendo o nome dos suspeitos até a orelha parar de arder. Para aumentar a eficiência do contra-ataque, morda o dedo mínimo da mão esquerda: o sujeito irá morder a própria língua.
Objetos Perdidos - A maneira mais eficiente de encontrar algo que desapareceu é dar três pulinhos para São Longuinho. Também pode pedir a Santo Antônio ou ao Negrinho do Pastoreio.
Espelho quebrado - Quebrou um espelho? A superstição prega que serão sete anos de má sorte. Ficar se admirando num espelho quebrado é ainda pior. Significa quebrar a própria alma. Ninguém deve se olhar também num espelho à luz de velas. Não permita ainda que outra pessoa se olhe no espelho ao mesmo tempo que você.
Guarda-chuva - Dentro de casa, o guarda-chuva deve ficar sempre fechadinho. Segundo uma tradição, abri-lo dentro de casa traz infortúnios e problemas aos familiares.
Aranhas - Aranhas, grilos e lagartixas representam boa sorte para o lar. Matar uma aranha pode causar infelicidade no amor.
Brinde - Se o seu copo contiver algum tipo de bebida alcoólica, no brinde com ninguém cujo copo contenha bebida sem álcool. Vocês estarão se arriscando, nesse tintim, a ter seus desejos invertidos.
Velas, lâmpadas e cigarros - Três velas ou três lâmpadas acesas em um mesmo quarto podem ser prenúncio de morte. Acender três cigarros com um mesmo palito de fósforo também significa perigo. Trata-se de uma tradição de guerra. O primeiro cigarro aceso mostra o alvo ao inimigo, que mira no segundo e atira no terceiro.
Bons desejos - Na hora de acordar, abra os dois olhos ao mesmo tempo para ver tudo com clareza e não ser enganado por ninguém. Ao levantar, procure dar o primeiro passo com o pé direito para atrair boa sorte e felicidade. Faça um desejo ao cortar a primeira fatia de seu bolo de aniversário. Ponha um caroço de melancia na testa e, antes que ele caia, faça um desejo. Jogue uma moeda numa fonte. Só faça um desejo quando a água parar de se movimentar e você enxergar o seu reflexo. Os gregos atiravam moedas em seus poços para que estes nunca secassem. Faça um desejo ao usar um sapato novo pela primeira vez. Enquanto você estiver cruzando uma pequena ponte, prenda a respiração e manifeste um desejo.
Meias do avesso - Se você colocar a meia do avesso, não se preocupe: sinal de que uma boa notícia está para chegar.
Qual será o sexo do bebê? - Existem algumas crenças para tentar adivinhar. Pedir a futura mamãe que mostre a mão uma delas. Se ela estender com a palma para baixo, será menino. Se a palma estiver para cima, nascerá uma menina. Existe também a linguagem do ventre. Se for pontudo e saliente, sinal de que um menino está para chegar. Arredondado e crescendo para os lados? Menina à vista.
Estrela Cadente - Viu uma estrela cadente? Faça um pedido, porque, segundo a crença de muita gente, é garantia de que ele vai se realizar. Nesta eu acredito, afinal, não é à toa que o meu sobrenome é K. Dent!

Fonte de consulta: http://www.universia.com.br
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*Strellitziah K. Dent é consultora para assuntos sentimentais, vidente, astróloga, guru & assemelhados. Absolutamente do bem.
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010
ANÚNCIO DOS GANHADORES DO LIVRO
"VILLAS BOAS E OS ÍNDIOS", DE JOSÉ MARQUEIZ
Os comentários dos leitores participantes do 17º capítulo da série MEMÓRIA TERMINAL, de José Marqueiz, foram apreciados pela equipe de articulistas do blog, cujo resultado apontou, como ganhadoras, as leitoras
1. Giovanna, de Franca, SP
2. Gabriela, da Cásper Líbero, São Paulo, SP
Giovanna e Gabriela receberão, em suas residências, o livro "VILLAS BOAS E OS ÍNDIOS", de José Marqueiz, via Sedex. As ganhadoras devem enviar seus endereços para edwardsouza@terra.com.br Agradecemos à Ilca Marqueiz pela gentileza da doação dessa preciosidade.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010


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Junto com o Fausto, bebemos e experimentamos pratos típicos e, de táxi,
visitamos as cidades vizinhas como Cascais, Sintra e Estoril e, como não podia deixar de ser, o ponto mais alto da Europa, de onde se avista a imensidão azul do oceano Atlântico. Do Tejo ao mar, fiquei a pensar na infância, quando lia, nos livros de história, sobre a partida dos portugueses em busca da descoberta de novas terras, novos continentes, novos povos, novos tesouros. E lá estava eu a navegar, na imaginação...
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Meses depois dessa viagem, o Fausto me demitiu mais uma vez. Não
houve justificativa por escrito, mas eu tinha consciência dos motivos: eu estava exagerando na bebida alcoólica, ao ponto de trazer garrafas contendo minha bebida preferida, para a redação. Lembro-me que, certa vez, ao entrar na sala do Fausto, este perguntou de onde eu tinha vindo: eu, inocentemente, respondi que não havia saído. Depois, pensei: como explicar, então, aquele hálito amargo de cachaça? Mais uma vez desempregado e, pela primeira vez na vida, me preocupei: precisava tomar juízo e me fixar em um emprego e garantir um pouco de tranquilidade no futuro. Afinal, alguns meses faltavam para eu completar quarenta anos de idade. Quarenta anos! Quarenta anos, justo eu que sempre acreditara morrer antes dos trinta e, assim, jamais enfrentar as agruras dos anos chamados “enta”, quando começam a surgir os primeiros sintomas de doenças. E era isso mesmo o que me esperava...
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Meses depois dessa viagem, o Fausto me demitiu mais uma vez. Não
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A campanha se prolongou por três meses, período em que procurei
mostrar o melhor. Só que o candidato adversário, apesar de desconhecido na época – Luiz Olinto Tortorello – contava com o apoio de um tradicional político da cidade e que havia sido prefeito três vezes da cidade, Hermógenes Walter Braido. Seus discursos eram convincentes e os eleitores de São Caetano eram oriundos, em sua maioria, de famílias tradicionais, temerosas de entregar o poder municipal para outra pessoa sem a confiança e a indicação de Walter Braido. Mesmo com o apoio do principal diário da região, Antonio Russo não conseguiu se eleger.
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A campanha se prolongou por três meses, período em que procurei
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Na próxima quarta-feira, o décimo oitavo capítulo de "Memória Terminal", do jornalista José Marqueiz, Prêmio Esso Nacional de Jornalismo, falecido em 29/11/2008. O Prêmio Esso de Jornalismo é o mais tradicional, mais conceituado e o pioneiro dos prêmios destinados a estimular e difundir a prática da boa reportagem, instituído em meados da década de 50. (Edward de Souza/ Nivia Andres) Arte: Cris Fonseca.
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Os leitores (as) que participarem com seus comentários no capítulo desta quarta-feira, concorrerão ao sorteio de mais dois livros, um para cada premiado, escrito pelo jornalista José Marqueiz, intitulado "Villas Boas e os Índios", edição raríssima que não pode mais ser encontrada em livrarias, brinde oferecido pela Ilca, esposa do jornalista. "Villas Boas e os Índios" é um livro constituído de reportagens e entrevistas com os irmãos Cláudio e Orlando Villas Boas, resultado do trabalho jornalístico de José Marqueiz na selva brasileira, que lhe valeu o Prêmio Esso Nacional de Jornalismo.
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Na próxima quarta-feira, o décimo oitavo capítulo de "Memória Terminal", do jornalista José Marqueiz, Prêmio Esso Nacional de Jornalismo, falecido em 29/11/2008. O Prêmio Esso de Jornalismo é o mais tradicional, mais conceituado e o pioneiro dos prêmios destinados a estimular e difundir a prática da boa reportagem, instituído em meados da década de 50. (Edward de Souza/ Nivia Andres) Arte: Cris Fonseca.
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Os leitores (as) que participarem com seus comentários no capítulo desta quarta-feira, concorrerão ao sorteio de mais dois livros, um para cada premiado, escrito pelo jornalista José Marqueiz, intitulado "Villas Boas e os Índios", edição raríssima que não pode mais ser encontrada em livrarias, brinde oferecido pela Ilca, esposa do jornalista. "Villas Boas e os Índios" é um livro constituído de reportagens e entrevistas com os irmãos Cláudio e Orlando Villas Boas, resultado do trabalho jornalístico de José Marqueiz na selva brasileira, que lhe valeu o Prêmio Esso Nacional de Jornalismo.
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terça-feira, 10 de agosto de 2010

ESCOLHAS
O problema é que, hoje em dia, está cada vez mais difícil sermos os artífices das nossas escolhas. Tem muita gente escolhendo por nós, como se fôssemos marionetes, como se não tivéssemos opinião nem vontade; como se não pudéssemos discernir o que é melhor para cada um de nós – o que é justo, o que é correto, o que é bom. E assim, vamos nos deixando levar por escolhas alheias, afrouxando as correntes que nos retêm nos limites da nossa capacidade discricionária de efetuar julgamentos.
Pois é, a condição de cidadania, a missão individual dentro do ambiente coletivo, as aspirações pessoais, a integridade do comportamento face a um ambiente contraditório e hostil são patrimônio do qual não podemos abrir mão, sejam quais forem os impactos e as consequências. A ética é um valor elementar, impregnado em nossos registros básicos. É preciso coragem, maturidade e elevado nível de consciência para escolher a opção ética, que permite ao indivíduo desenvolvimento sem amarras, liberdade de comportamento e tranquilidade moral que lhe dá cada vez mais condições de avançar em termos de realizações, pessoais e profissionais. E comportamento ético pressupõe que desejemos bem-estar coletivo.
A ética é uma característica inerente a toda ação humana e, por esta razão, é um elemento fundamental na produção da realidade social. Todo homem possui um senso ético, que poderíamos chamar de consciência moral, a possibilitar constantemente avaliação e julgamento de suas ações para perceber se são boas ou más, certas ou erradas, justas ou injustas. Porém, nem sempre o que nós acreditamos ser justo e certo é o julgamento de outrem...Há condutas humanas classificáveis sob a ótica do certo e errado, do bem e do mal. Embora relacionadas com o agir individual, essas categorias sempre têm relação com as matrizes culturais que prevalecem em determinadas sociedades e contextos históricos.
A ética está relacionada à escolha, ao desejo de realizar a vida, mantendo, com os semelhantes, relações justas, aceitáveis e harmoniosas. Via de regra está fundamentada nas ideias de bem e virtude, enquanto valores perseguidos por todo ser humano e cujo alcance se traduz numa vida plena e feliz para todos.Agir eticamente é poder escolher, é ser competitivo, comprometido consigo mesmo, em sintonia com a essência, descartando a aparência que fere e afasta o que temos de melhor. Esse é o comportamento desejável. Decisões e ações geram consequências que precisam ser sempre medidas, porém a atitude ética e íntegra, vai permitir que ultrapassemos nossas limitações e tentações diárias.
É muito mais fácil deixarmos de fazer escolhas e alugar nossa integridade aos gentios, agindo dentro dos cânones do oportunismo que grassa descaradamente no cenário nacional, aonde o maior exemplo vem daquele que nada vê, nada sabe e nada faz, mas é o senhor oculto e in-culto de todos os destinos, en passant, é claro! Continuar fazendo escolhas deve ser a meta elementar de todos os cidadãos e ainda há instrumentos muito poderosos ao nosso alcance. Basta que não nos esqueçamos deles, que sonhemos com eles e os façamos prosperar. E a ferramenta mais valiosa, com certeza, é o voto, que vamos exercitar proximamente. Um bom exercício de análise do cenário que se avizinha é prudente e interessante. Até mesmo porque a escolha terá consequências como quase nunca antes na história deste país.
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*Nivia Andres é jornalista e licenciada em Letras. Suas experiências e vivências estão no blog Interface Ativa! Dê uma espiadinha em http://niviaandres.blogspot.com
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

PSICANÁLISE
“Procuro, com o vermelho e o verde, exprimir as mais
terríveis paixões humanas”
Van Gogh
De tanto ver pessoas escravizadas por análises, consumindo tempo e dinheiro em terapia com psicologistas, ele, julgando-se conhecedor da alma humana - embora não acreditando na ciência Freudiana, passou a alimentar curiosidade em se ver acomodado no divã de um profissional capacitado, somente por capricho, dando-se ao luxo descrente de enfrentar perquirição.
Era homem preparado de bom porte social, educação e conhecimentos apreciáveis. Algumas vezes chegou a refletir como seria um encontro entre os desajustes mentais de Vincent Van Gogh (1853-1890) e Sigmund Freud (1856-1939).
Eles nunca se viram, embora, ao mesmo tempo, em certa época, tenha havido compartilhamento de vidas na mesma cidade: Paris.
Considerados pais – um do expressionismo, outro da psicanálise, palavra que foi pronunciada pela primeira vez em 1896 quando já morto o artista da paixão: Van Gogh.
Da incredulidade e curiosidade invadindo seu espírito, o ilustre personagem em busca do saber, inclinou-se pela terapia: psicologar era uma imposição determinada. Encarregou a secretária de localizar alguém de reconhecida competência na arte de interpretar através da palavra os mais recônditos dos sentimentos humanos.
Dias depois, lá estava, no consultório, nosso personagem mergulhado na ansiedade de confirmar sua opinião de pífio o tratamento na psicoterapia. Examinava o bom gosto da sala, adornada de flores, mostrando trato nas úmidas pétalas, telas de bom gosto nas paredes exibiam cores suaves, um divã e pequena poltrona de braço envolviam-se pelo encanto de sons de violinos à distância.
O conjunto de coisas embriagava o paciente quando uma porta ao fundo se abriu para dar passagem a uma linda mulher, carregando olhar de ternura e sorriso de carinho. Sua pele sedosa, seus cabelos, a roupa branca engomada, as mãos encantadoras de longos dedos, criados para o teclado do piano, produzindo sons de paixão. Sua estatura pequena e delicada revelava uma criatura frágil e dócil. Era ela a figura de sonhos acalentados, emergindo para a realidade daquele homem maduro, já tendo nevados os cabelos, imprimindo dignidade à postura elegante e bem cuidada. Um forte magnetismo inundou a sala, se apossando de ambos, que mudos permaneceram por um lapso de tempo.
Cumprimentos respeitando preceito formal, cada um tomando seu lugar para início da primeira sessão. Inibidos pela surpresa do que não fora imaginado, consumiu-se o horário em troca de olhares, cada um aguardando que o outro falasse, já que a palavra seria, neste caso, o principal instrumento a fornecer base para interpretação de passados ou sentimentos armazenados na masmorra da alma.
Segunda e outras sessões:
Ficaram definidas as terapias com a frequência de segundas e quintas, às 16 horas, pontualidade sempre cumprida com rigor e prazer. Os encontros de terapia se esgotavam com velocidade e, o retorno castigava com longa espera que o bem querer da atração já não suportava. Esconder o desejo vulcânico nos secretos guardados e, revelados na linguagem do olhar, encarcerava sentimentos nobres, em nome da ética.
A inibição foi dando lugar ao estabelecimento de confiança, não liberando totalmente a palavra, no entanto, facilitando a exteriorização de pensamentos. A inquirição na troca de olhares chegou a sugerir troca de lugar; ela no divã, ele na poltrona de braço. Durante os encontros, ela transmitia alguns textos que ele devorava com ternura e felicidade, - jamais grafados - tentava através deles, passar os segredos da alma.
Uma quinta-feira chuvosa, tarde escura, parecia prenunciar algo triste, ela cruzava com ansiedade a sala amargada pela ausência que não desejava. Fundiu-se a tarde com a noite sem estrelas, mostrando uma tristeza de lugubridade. Ela queria extrair do silêncio uma informação de aquietamento. Transcorreu-se uma noite em vigília de perguntas sem respostas.
Ao chegar, no dia seguinte, ao consultório, após o almoço, encontrou as rosas vermelhas guarnecidas pelas folhas de avencão-da-serra - Asplenium scandicinum, verde-montanha com um cartão, onde se cumpria o último desejo, com a seguinte inscrição:
- Espero por você onde não será necessária análise. Deixo-lhe o vermelho e o verde para exprimir a mais sublime das paixões humanas.
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*José Reynaldo Nascimento Falleiros (Garcia Netto), 82, é jornalista, radialista e escritor francano. Autor dos livros Colonialismo Cultural (1975); participação em Vila Franca dos Italianos (2003); Antologia: Os Contistas do Jornal Comércio da Franca (2004); Filhos Deste Solo - Medicina & Sacerdócio (2007) e a novíssima coletânea Seleta XXI - Crônicas, Contos e Poesias, recentemente lançada. Cafeicultor e pecuarista, hoje aposentado. Garcia Netto é amigo e colaborador deste blog.
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----------------------------------------------------------------------*José Reynaldo Nascimento Falleiros (Garcia Netto), 82, é jornalista, radialista e escritor francano. Autor dos livros Colonialismo Cultural (1975); participação em Vila Franca dos Italianos (2003); Antologia: Os Contistas do Jornal Comércio da Franca (2004); Filhos Deste Solo - Medicina & Sacerdócio (2007) e a novíssima coletânea Seleta XXI - Crônicas, Contos e Poesias, recentemente lançada. Cafeicultor e pecuarista, hoje aposentado. Garcia Netto é amigo e colaborador deste blog.
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domingo, 8 de agosto de 2010

EM NOME DO PAI.
E DOS FILHOS!

Em nome do Pai, comemoramos o segundo domingo de agosto. Em nome dos filhos, este dia deveria ser festejado sempre. Em nome de pais (incluindo mães) e filhos, todo dia seria de comemoração, porque os vínculos de amor (não os de sangue) precisam ser celebrados infinitamente.
Conceber, ver nascer, criar, proteger e educar para a vida são dádivas divinas. Mais divinos ainda são os dons de acolher, abrigar e reconhecer como parte inseparável de si os nascidos de outros pais que não foram dignos de seus filhos. Essa é a missão inalienável para a qual fomos criados. Uma bendita missão, que precisa ser praticada, exercitada e tratada com zelo perene. Se tal não acontece, vem a dor, o sofrimento, os desencontros, os descaminhos, a separação.
Em nome do Filho.
Em nome da alegria, do amor, da VIDA plena. Amém.
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*Nivia Andres é jornalista e licenciada em Letras. Suas experiências e vicências estão noblogInterface Ativa! Dê uma espiadinha em http://niviaandres.blogspot.com
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

PENSAMENTOS ADÚLTEROS

Quando Deus, nosso Pai, criou o Universo, o fez de maneira perfeita para que cada coisa acontecesse no seu devido tempo. Assim é que verificamos a movimentação dos planetas, estrelas, cometas, etc. funcionar matematicamente, no tempo correto, como assim constataram os astrônomos e outros cientistas, ao longo dos tempos. Para o homem o “estatuto de bem viver”, ou seja, a Reforma Íntima, para que cada espírito possa, saindo da ignorância, alcançar a luz da
sabedoria. Naturalmente esse “estatuto” não precisaria ser usado se a criatura encarnada não tivesse descoberto os prazeres do materialismo, encontrados na Porta Larga, mencionados no Capítulo XVIII, item 3 do Evangelho Segundo o Espiritismo. Porta Estreita - Entrai pela porta estreita, porque a porta da perdição é larga, e o caminho que a ela conduz é espaçoso e há muitos que por ela entram. Como a porta da vida é pequena! Como o caminho que a ela conduz é estreito! E como há poucos que a encontram! (São Mateus, cap. VII, v. 13, 14). Aconselhamos os leitores a lerem com atenção não só esse capítulo como a todo o Evangelho.
O homem com seu livre-arbítrio não segue um rumo matemático como quase todas as criações existentes na Natureza que têm o instinto e as forças naturais que os manipulam; aliás, ele os altera ao seu bel prazer e de acordo com suas necessidades e o estado evolutivo em que se encontra, seja ele positivo ou negativo.Neste último caso a ganância, o orgulho e todos os seus afins ou mesmo ou o simples instinto de destruir porque algo o incomoda. Seus pensamentos adúlteros constroem as mais diversas perversidades e injustiças. Assim, poderemos ver no Capítulo VIII, item 5 do Evangelho - Pecado por pensamento. Adultério (Bem-Aventurados aqueles que têm puro o Coração); “Aprendestes o que foi dito aos Antigos: Não cometereis adultério. Mas eu vos digo que todo aquele que tiver olhado uma mulher com um mau desejo por ela, já cometeu adultério com ela, em seu coração. (São Mateus, cap. V, v.27 e 28).
O item 6 dá continuidade a esse capítulo: “A palavra adultério não deve ser entendida aqui no sentido exclusivo de sua acepção própria, mas no sentido mais geral; Jesus, frequentemente, a empregou por extensão para designar o mal, o pecado e todo o mau pensamento, como por exemplo, nesta passagem: - Porque se alguém se envergonhar de mim e de minhas palavras entre esta raça adúltera e pecadora, o Filho do homem se envergonhará também dele, quando vier acompanhado dos santos anjos na glória de seu Pai -. “A verdadeira pureza não está somente nos atos, mas também no pensamento, porque aquele que tem o coração puro não pensa mesmo no mal; foi isso que Jesus quis dizer: ele condena o pecado, mesmo em pensamento, porque é um sinal de impureza”. A lição prossegue...
Com tudo o que já foi escrito, podemos fazer uma análise da situação em que vivemos neste mundo de expiação e provas. Em primeiro lugar, fazermos um auto-reconhecimento interior e, depois, vasculhar através da mídia os acontecimentos do mundo e da comunidade que nos rodeia, sem chegar a julgamentos. Depois de tudo isso, podemos pensar ou fazer cálculos se o tal de terceiro milênio tão evocado pelo misticismo, inclusive por alguns confrades atingidos por essa onda do maravilhoso ou catástrofes. Não nos esqueçamos que o futuro a Deus pertence e que somos herdeiros de nós mesmos.
Naturalmente, vamos continuar a ter, como sempre tivemos, terremotos, tornados, vulcões e toda a sorte de acontecimentos naturais e não naturais; guerras, revoluções, povos oprimidos por essa ou aquela doutrina esdrúxula, em razão do poder pelo poder. Assim é o homem na atualidade e não saberemos dizer quanto tempo isso irá durar.A população mundial aumenta a cada dia. Certamente teremos soluções científicas para resolver o problema, mas, tudo será em vão se o homem não resolver enveredar pela Porta Estreita e seguir o tal “estatuto” mencionado no início deste artigo, a REFORMA INTIMA.
No livro de Léon Denis, “O Problema do Ser, do Destino e da Dor” no item XXIV - A Disciplina do Pensamento e a Reforma do Caráter - (11ª. Edição-FEB), há um trecho que diz: “O estudo silencioso e recolhido é sempre fecundo para o desenvolvimento do pensamento. É no silêncio que se elaboram as obras fortes. A palavra é brilhante, mas degenera demasiadas vezes em conversas estéreis, às vezes maléficas; com isso, o pensamento se enfraquece e a alma esvazia-se. Ao passo que na meditação o Espírito se concentra, volta-se para o lado grave e solene das coisas; a luz do mundo espiritual banha-o com suas ondas. Há em roda do pensador grandes seres invisíveis que só querem inspirá-lo; é à meia-luz das horas tranquilas ou, então, à clar
idade discreta de uma lâmpada de trabalho que melhor podem entrar em comunhão com ele. Em toda a parte e sempre uma vida oculta mistura-se com a nossa. Evitemos as discussões ruidosas, as palavras vãs, as leituras frívolas. Sejamos sóbrios de jornais. A leitura dos jornais, fazendo-nos passar continuamente de um assunto para outro, torna o Espírito ainda mais instável. Vivemos numa época de anemia intelectual que é causada pela raridade dos estudos sérios, pela procura abusiva da palavra pela palavra, da forma enfeitada e oca, e, principalmente, pela insuficiência dos educadores da mocidade. Apliquemo-nos a obras mais substanciais, a tudo o que pode esclarecer-nos a respeito das leis profundas da vida e facilitar nossa evolução. Pouco a pouco, ir-se-ão edificando em nós uma inteligência e uma consciência mais fortes, e nosso corpo fluídico iluminar-se-á com os reflexos de um pensamento elevado e puro”.
Esse livro foi escrito em 1914 e poderemos verificar e analisar, pelo que está escrito, que não houve grandes mudanças na moral do homem. Cientificamente, tivemos grandes avanços, mas o espiritismo nos ensina que a evolução do homem se dará moral e intelectualmente. Portanto, ORAR E VIGIAR seus pensamentos deverão ser uma constante se quisermos ser promovidos para a etapa seguinte, ou seja, um Mundo em Regeneração.
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*J. MORGADO é jornalista, pintor de quadros e pescador de verdade. Atualmente esconde-se nas belas praias de Mongaguá, onde curte o pôr-do-sol e a brisa marítima. J. Morgado participa ativamente deste blog, para o qual escreve crônicas, artigos, contos e matérias especiais. Contato com o jornalista: jgarcelan@uol.com.br
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